FURIA fecha com patrocínio milionário


Integrante da Série B da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF), a FURIA fechou um contrato de patrocínio com a FTX, empresa global do ramo de criptomoedas, no valor de R$ 15 milhões, de acordo com o Estadão. É o maior patrocínio da história dos esportes eletrônicos no país e com valores equivalentes aos clubes do futebol brasileiro.

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Vale lembrar que a FURIA já coleciona patrocinadores bastante conhecidos no Brasil, tais como, o energético Red Bull, Banco Santander e a plataforma de streaming Twitch. A título de comparação, o novo patrocínio representa um aumento de 1.800% em relação aos primeiros acordos fechados pela organização.

Aline Maryama, diretora de vendas e parceria da FURIA, afirma que a organização recebeu várias propostas e ocorreram várias conversas até o fechamento do patrocínio. A escolha pela FTX ocorreu pela identificação da empresa com o público de eSports.

“A Furia é mais do que uma organização de esporte, nós somos um movimento sociocultural. A gente deseja impactar a vida das pessoas, seja nossos atletas profissionais, streamers e funcionários, através de esporte, performance, tecnologia e boas tomadas de decisão. Nos preocupamos com o futuro e a vida das pessoas que estão conectadas com a gente.”, afirma Aline.

“Não buscamos apenas um patrocinador, mas também parceiros que querem crescer com a gente, com as nossas ideias ousadas de provocar e buscar mudança.”, completa Aline.

Elenco da FURIA de Free Fire – Foto: Reprodução/FURIA

Antes mesmo de fechar o patrocínio, Aline afirma que a organização teve o cuidado de pesquisar se a parceria seria bem recebida pela comunidade e fãs da FURIA. Após várias pesquisa, o denominador comum foi de que o público ainda tem um conhecimento limitado sobre o assunto e, devido a isso, a criação de um conteúdo educacional sobre o mercado de criptomoedasserá veiculado nas redes sociais da equipe.

“Nós temos muito cuidado com o diálogo que a gente faz com nossos fãs. Dentro do nosso próprio corpo de atletas tem pessoas que não entendem nada, e um ou outro que entende bastante. São streamers que atingem nichos e faixas etárias diferentes. Cada uma delas vai ajudar a plantar essa sementinha dentro do seu nível de conhecimento. Quem conhece pouco, vai aprender junto com a sua comunidade (de fãs) e compartilhar esse conhecimento.”, diz Aline.

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Sediada nas Bahamas, a FTX foi criada em 2019 pelo empresário americano Sam Bankman-Fried e é acompanhada por uma equipe experiente de traders e engenheiros de software. Segundo a revista Forbes, a fortuna de Sam é avaliada em US$ 24,5 bilhões, cerca de R$ 113,25 bilhões na cotação atual.





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