In the Fog – Série Maníacos


O capítulo cento e sete continua a tradição de Rivderdale de homenagear figuras famosas. Depois que os roteiristas deram a Cheryl a habilidade de controlar o fogo, eu devia saber que as referências a Stephen King não terminariam tão cedo. Não que isso seja um problema. Eu como fã assumido do Mestre do Terror, fico sempre animado quando vejo alguma produção se inspirando em uma de suas obras na hora de desenvolver certos elementos, tanto que o episódio musical da segunda temporada é um dos meus favoritos exatamente por esse motivo. Mesmo que recriar o musical de Carrie – A Estranha não tenha afetado tanto assim a trama no final das contas, o carinho que eles tiveram na produção com certeza garantiu uns pontinhos no coração dos fãs.

Infelizmente, nem sempre uma boa referência pode salvar uma história. No caso de Cheryl, continuo achando seu arco o mais fraco do sexto ano. Eles poderiam ter escolhido diversas formas para trazer seus poderes à tona sem descartar Abigail. Na verdade, se os roteiristas fossem expertos de verdade teriam feito com a personagem o mesmo que Sam Raimi fez com a Feiticeira Escarlate em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura. Ou seja, deixado que Abigail manifestasse os poderes de Cheryl para fazer um inferno na cidade de Riverdale.

Consegue pensar em algo mais espetacular para se fazer com a personagem? Pois eu não e a atriz faria isso de uma maneira que marcaria a série. Seria muito melhor ver isso do que um nevoeiro que não serviu para quase nada, já que poucos foram afetados por ele.

Pelo menos, ainda temos Percival como o vilão certo. Não que valha a pena falar muito do personagem nessa crítica. O supervilão de Riverdale ficou de lado enquanto os personagens lidavam com tramas um pouco mais pé no chão num episódio que pode ser considerado mais morno. Não que isso seja algo ruim. Isso precisa ser esclarecido o quanto antes. Não é porque os elementos mais sobrenaturais não surpreenderam hoje, que os dilemas mais comuns não foram bem-feitos. Eu mesmo me surpreendi com o quanto gostei de alguns.

Vamos começar com Veronica e Reggie. Esses dois tem um arco que pode muito bem ser resumido como uma montanha russa. As vezes eu vejo momentos incríveis, outras vezes são momentos que prefiro esquecer, felizmente -estamos com o segundo. A conversa que eles tiveram foi tão sincera e fez um paralelo tão bom com a jornada de Veronica nesses últimos anos que me deixou de queixo caído. Acho que finalmente quebramos um ciclo repetitivo, mesmo que para isso um casal se foi.

Betty e Archie também chamaram bastante atenção. Ver Betty falando de uma possível gravidez me fez pensar mais uma vez em Rivervale. A cidade irmã de Riverdale nunca esteve tão viva e gera até algumas perguntas de como o Jughead que salvou Archie e Betty da explosão pode voltar. Acredito não é cedo demais para falar disso, ainda mais agora que Tabitha admitiu ter viajado para o futuro tantas vezes e que nosso Jugh corre um grande perigo.

O final do sexto ano pode gerar um sétimo espetacular.



Source link

Leave a Reply

Your email address will not be published.

− 8 = 1